quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Oraçãoes


Orações Tradicionais


Sinal da Cruz:



(Sinal da Cruz na testa) Pelo Sinal da Santa Cruz
(Sinal da Cruz na boca) Livrai-nos Deus Nosso Senhor 
(Sinal da cruz no Peito) dos nossos inimigos
(Sinal da Cruz) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.


Credo
Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador do céu e da terra,
creio em Jesus Cristo Nosso Senhor,
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai,
de onde a de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na Santa Igreja Católica,
na comunhão dos Santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne,
na vida eterna.
Amém.


Creio...
O Credo da Igreja tem o nome de Niceno-Constantinopolitano, pois foi escrito formalmente durante o primeiro Concílio Ecumênico em Nicéia (no ano 325) e o segundo Concílio Ecumênico em Constantinopla (no ano 381).
A palavra “credo” vem do latim e quer dizer “creio”. Na Igreja nos referimos a ele como o Símbolo da Fé, que literalmente significa a reunião ou a confissão da Fé.
Na Igreja primitiva existiam diversas formas de confissão cristã da Fé, muitos “credos”. Estes originalmente sempre foram usados em relação ao batismo. Antes de ser batizada cada pessoa devia proclamar a sua fé. O mais primitivo Credo Cristão foi provavelmente a simples confissão de fé que afirmava ser Jesus o Messias, o Cristo e Senhor. Confessando esta crença de fé, a pessoa podia então ser batizada em Cristo, morrendo para o pecado e ressuscitando com Ele para a nova vida do reino de Deus em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ao passar o tempo, em diferentes lugares se desenvolveram variados credos, todos professando a mesma fé, com diferentes graus de detalhe e ênfase. Estas formas de credos cristãos usualmente se desenvolveram de maneira mais elaborada e detalhada naquelas partes onde haviam surgido perguntas sobre a fé ou aonde haviam aparecido heresias.
No século IV uma grande controvérsia se desenvolveu na cristandade sobe a natureza do Filho de Deus a quem também a Escritura se refere como o Verbo ou o Logos. Alguns diziam que o Filho de Deus era uma criatura criada por Deus. A controvérsia se propagou por todo o orbe cristão, e foram realizados vários Concílios que fizeram muitas afirmações sobre a fé na natureza do Filho de Deus.
Foi a definição proclamada pelo Concílio convocado pelo Imperador Constantino na cidade de Nicéia em 325, aquela que finalmente foi aceita pela Igreja como seu Símbolo de Fé.
Depois da controvérsia sobre o Filho de Deus, e essencialmente relacionada com ela, surgiu o conflito sobre o Espírito Santo. Sendo assim necessárias as definições proclamadas pelo Concílio em Constantinopla em 381.
Este Símbolo da Fé completo foi adotado por toda a Igreja. Colocou-se na primeira pessoa do singular “Creio”, se usa para a confissão de Fé oficial e formal que uma pessoa (ou o seu padrinho) faz no momento de seu batismo. É também a profissão de fé que faz o não cristão entrar oficialmente na Igreja. Do mesmo modo, o Credo fez-se parte da vida dos cristãos  e um elemento essencial da Divina Liturgia por ele que cada pessoa aceita e renova, formal e oficialmente, suas promessas batismais e confirma ser membro da Igreja. Assim o Símbolo da Fé é a única parte da liturgia (repetida de outra forma antes da comunhão) que está em primeira pessoa do singular, sendo que todos os outros hinos e orações estão em plural. Isto, como já veremos, é assim porque a Fé é primeiramente pessoal e somente depois comunitária e coletiva.
Ser cristão significa afirmar e aceitar a Fé , não somente nas palavras, senão no significado essencial do próprio Símbolo da Fé. Ao mesmo tempo, significa afirmar e aceitar tudo o que essa confissão implica, e tudo o que foi expressamente desenvolvido a partir dela e construído sobre ela na história da Igreja durante séculos, até os nossos dias.

Pai Nosso

Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o vosso nome,
vem a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
não nos deixei cair em tentação
mas livrai-nos do mal.
Amém.


Ave Maria

Ave Maria,
cheia de graça,
o Senhor é convosco,
bendita sois Vós entre as mulheres,
bendito é o fruto em Vosso ventre,
Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus,
rogai por nós os pecadores,
agora e na hora da nossa morte.Amém.


Glória

Glória ao Pai,
e ao Filho e ao Espírito Santo,
assim como era no princípio,
agora e sempre,
por todos séculos do séculos.
Amém.


Salve Rainha

Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,
ó clemente,
ó piedosa
ó doce e Santa Virgem Maria.
Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo.


Ato de Contrição


Meu Jesus Crucificado por minha culpa estou arrependido,
por ter cometido pecado;
Pois ofendi a Vós que Sois tão bom;
E mereci ser castigado,
neste mundo e no outro,
mais perdoai-me Senhor.
Não quero mais pecar Amém.
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